sábado, 25 de julho de 2009

A MULHER TB COMEMORA!!

fiquei sabendo que dia 19 foi o Dia do Futebol, incrível que a data ainda não tenha virado feriado mundial. Mas, por acaso, existem motivos pra comemorar?

Se os torcedores não podem mais ir ao estádio; não podem soltar fogos; não podem levar bandeira; não podem levar os filhos (a parte vantajosa da decadência do futebol, é que as crianças não aprenderiam palavrões); não podem andar com a camisa do time (o que não mudaria o orçamento familiar, o neanderthal omite isso, só expõe gastos da esposa com o cabeleireiro); não podem avacalhar com a torcida adversária..

Se os jogadores não podem comemorar os gols; não podem driblar bonito (embora eu não ache que “dibre” da vaca e “dibre” da foca estejam entre as 10.000 coisas mais bonitas do mundo, a começar pelos nomes); não vestem a camisa do time; não querem ir aos treinos; não respeitam o treinador; preferem desfilar na passarela ou dar palestra (no caso, cometer palestra) ou ir pra night..

Se o técnico é demitido quando o time perde apenas um jogo sob seu comando; mal conhece o elenco e já é convidado a pegar o boné; não pode contrariar o jogador-estrela; não assume seus erros, por que a culpa é da grama, do árbitro, do auxiliar do árbitro, da bola, da chuva, do clima, da altitude..

Se a bola já não é mais feita de meia, nem de capotão, é inteligente (enfim, teríamos algo inteligente sobre a grama, não fosse a FIFA proibir a bola inteligente), com um chip que avisa se foi gol, se foi fora, se saiu da linha..

Se os boleiros não jogam mais descalços, nem de kichute ou conga; e a chuteira de hoje, praticamente chuta sozinha, pois é de couro especial, é mais leve que pena, é feita sob medida, aperfeiçoa o chute, possui chumbo granulado na sola para maior potência no chute..

Se o árbitro não pode mais ser um simples e reles mortal humano que erra; necessita de bola-inteligente e vídeo-tape para confirmar o que viu; e precisa de meia dúzia de auxiliares na tentativa de eliminar qualquer falha (se continuar assim, serão mais árbitros que jogadores em campo; muito cacique pra pouco índio)..

Se o futebol não é mais o objetivo, mas apenas um meio para adquirir dezenas de carros (já disse, os jogadores de futebol são divididos anatomicamente em cabeça, tronco e rodas), iates e apartamentos; se o futebol virou uma fábrica de dinheiro; uma máquina de lavar dinheiro; uma franquia de vender gente; e, se o futebol pune exemplarmente quem gesticula e não pune quem é “gato”; e “permite” quebrar a perna do adversário, mas não admite um estilo de comemoração de gol..

Se tentam eliminar todas as variáveis e vieses de possíveis erros humanos, não seria mais interessante que robôs substituíssem os jogadores e árbitros? Se o imprevisível que dá esperança ao neanderthal, se o inesperado é o que o faz torcer e fazer mandingas, se as falhas humanas é que dão o tempero para as discussões; e se tudo isso tem sido eliminado, que motivos restariam para ficar na expectativa, se resultado é previsível?

O futebol não é mais “uma caixinha de surpresas”.

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14/07/2009
QUAL ERA O SENTIDO DE MARCAR GOL?
Fazer gol, ganhar a partida e ser feliz, estavam entre os principais objetivos do futebol. Mas todo mundo sabe que o futebol não é mais o ingênuo e simples joguinho de bola; hoje, em primeiro lugar está a grana, a segunda intenção é o dinheiro, em terceiro vem a bufunfa - como diria Didi Mocó Sonrisal Colesterol. O resto fica por conta do acaso, se acontecer um gol, ótimo; senão, ótimo também, pois o que interessa já está garantido.

Tenho notado que algumas regras e proibições estão mudando o sentido do futebol, e portanto, da vida do torcedor fanático que, não pode mais ir ao estádio, não pode levar bandeira, não pode mais provocar a torcida adversária. Que sentido tem torcer, se não for pra avacalhar o adversário?
O neanderthal vive o final de semana inteiro esperando a segunda-feira para fazer aquela piadinha com o colega de trabalho, mas com a atual falta de aceitação da derrota por parte do adversário, o neanderthal acaba reprimindo sentimentos para não levar uma voadora no pescoço logo pela manhã.

O jogador também está a cada dia mais cercado de coisas sem sentido: 1) Atitudes ilegais toleradas: pode ser “gato”, pode faltar no treino à vontade, pode burlar imposto de renda, pode quebrar a perna do adversário; 2) Atitudes legais intoleradas: não pode fazer drible bonito, não pode comemorar gol assim ou assado, etc.

Existem diversas formas de comemorar os gols; raras vezes, criativas e geralmente de profundo mau gosto e apelativas. Há as religiosas, as provocativas e pasmem, as não-comemorações.

Outro dia, foi a polêmica comemoração em que o jogador mostrou o dedo médio, vulgo “pai-de-todos”, para a torcida adversária e foi punido. É um contrassenso, xingar pode e gesticular não pode. Vai me dizer que isso também consta nas regras do futebol?

Aquelas de caráter religioso, em que o jogador aponta o dedo pro céu, ou mostra a camisa de baixo com frases religiosas, numa pretensão sem limites: ainda que Deus esteja em todos os lugares, custo a crer que ele esteja prestando atenção num jogador fazendo gols, mesmo sendo aquele anjinho barroco do ex-pingulim imaculado, querendo roubar a cena, chamando Deus a todo momento. Ele não vê que existem coisas mais importantes que seus gols, diria Deus, ocupado com criancinhas famintas querendo vestir qualquer camisa, até mesmo aquelas que os jogadores de hoje, insistem em não vestir de jeito algum.

Também está na moda fingir segurar uma metralhadora, ou revólver e sair “atirando”. Muito, muito educativa essa maneira de celebrar um gol. Onde estaria escondido o espírito esportivo da brincadeira? Cadê a punição para quem estimula violência? Isso é “menos pior” que mostrar o pai-de-todos?

Nana nenê, chupar o dedão, andar de quatro, dançar funk, axé, pagode ou vanerão, ainda que sejam comemorações bregas, deveriam fazer parte do espetáculo, desde que não ultrapassassem um tempo determinado e o bom senso – duro é encontrar bom senso, e bom gosto então, esquece.

Apontem as vantagens e o sentido de fazer um gol e disfarçar, fingir que está triste para não ofender o adversário. É patético, o jogador faz questão de não comemorar quando marca um gol naquele time do qual acabou de rasgar ou encerrar o contrato. Pratica o “não-comemorar”, como se fosse um ato de heróico, querendo comover o mundo com a sua “consideração” ao time anterior. É lindo! Em seguida, o mesmo respeitoso jogador, dá uma cotovelada, daquelas que fazem a ponte móvel do jogador adversário saltar da boca. O atleta se diz profissional, pula de galho em galho, não cumpre regras ou contratos, dança conforme a música, faz negociatas na calada da noite, sai de fininho e depois vem com esse papo de respeito?

Independentemente do caso acima, não me surpreenderá, quando as regras obrigarem a acabar tudo em empate, pois se até dibre (tá, eu sei que é drible, eles é que não sabem) bonito é humilhação, vencer será vetado para não causar extermínio de times inteiros.

Tem sido mais saudável futebol no vídeo game, você escala quem quer, você já sabe incorporar o técnico – aliás você é um técnico nato - pode driblar bonito, dar xapéu e xalêra (eu sei que é com CH, eles é que não sabem), ninguém morre na arquibancada, e o mais importante, os jogadores ainda obedecem, e sem hipocrisia, comemoram o golaço!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

AS NOVIDADES DO FUTEBOL FEMININO


Elisa veste bem o uniforme da seleção
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A seleção brasileira sub-20 iniciou seus trabalhos em abril desse ano. O saldo dos treinos foi razoável se analisarmos as opções. Muitas zagueiras talentosas, porém carência de qualidade ofensiva. A geração 90-91 não parece ser a mais promissora do país, só que há condições de melhorar esse grupo.


O principal reforço é carioca e atende pelo nome de Elisa Brito. A polêmica Elisa Brito, do CEPE Caxias. Não por ser uma "bad girl" e sim por ter características especiais. Uma meia canhota, criativa, que bota a bola onde quer, mas é considerada "lenta". Não por mim, claro.


Elisa é tudo que a seleção sub-20 precisa para sair do obscurantismo técnico em que se encontra. Marcos Gaspar - que considero grande técnico - precisa arriscar e apostar nela. Beatriz e Thaís estão na sub-17 e ficou Elisa como única capaz de armar o jogo brasileiro em bom nível.


"Ah, mas ela precisa melhorar fisicamente". Para que servem os preparadores físicos, faltando quase um ano para a principal competição oficial da seleção? Alô, comissão! Aposte em Elisa e trabalhe duro para ela evoluir ainda mais. É ela quem pode fazer a diferença e facilitar as coisas para a sub-20. Do contrário, muito sofrimento nos espera.




Sexta-feira, 10 de Abril de 2009

Ano novo, trabalhos novos

Thais, agora no Santos, será referência na seleção sub-17
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Em 2008, o blog repercutiu muito as seleções brasileiras (principal e de base). Tanto a sub-17, quanto a sub-20 fizeram mundiais abaixo do potencial. Marta e cia trouxeram a prata olímpica. Por motivos diferentes, enfrentaram dificuldades bem rotineiras por aqui. Agora, muita coisa mudou. As comissões técnicas não são mais as mesmas, embora, de uma forma inteligente, a CBF deu sequência ao trabalhos.




Vejamos a "dança das cadeiras"




Jorge Barcellos saiu da principal para a liga americana (já a todo vapor). Kleiton Lima, que era da sub-20, assumiu a principal. Marcos Gaspar, que era da sub-17, assumiu a sub-20. E para o lugar de Gaspar? O requisitado vem de Santa Catarina, mais precisamente de Caçador. O técnico Edvaldo Erlacher, do Kindermann, foi o nome escolhido por Américo Faria.




As perspectivas




As comissões técnicas formadas, em princípio, tem muita qualidade e experiência no futebol feminino. As seleções de base terão, desta vez, um auxiliar técnico cada, o que não acontecia, até então.




Principal - Kleiton tem 12 anos de Santos FC e um trabalho digno na sub-20 brasileira. Sua primeira convocação aproveitou a base deixada por Barcellos, somando algumas jovens de sua confiança. Não pôde chamar todas as "estrangeiras" que gostaria, como Simone e Rosana. São experientes e estão no auge. Para as próximas ocasiões, não podem ser esquecidas. Os dois amistosos (Alemanha e Suécia) nos darão uma noção do que esperar nesse novo ciclo.




Sub-20 - Eis o grande desafio. A maioria absoluta das jogadoras que estiveram no Mundial Sub-20 de 2008 "estouram" a idade para 2010. Sobram, mais precisamente, três. Camila, volante do CEPE Caxias, Estergiane, zagueira do Juventude e Leah, a lateral acrobata. Se Gaspar convocar as três, terá que completar o grupo com jogadoras nascidas em 90, 91, 92.




Um outro fator complicador para ele - e maravilhoso para Edvaldo - é que as duas jogadoras mais talentosas de sua seleção (na opinião deste blogueiro) ainda são sub-17 e nascidas em 93. Thais, hoje no Santos, e Beatriz, da Ferroviára, devem continuar na mesma categoria. Portanto, Marcos Gaspar terá que trabalhar duramente para montar um grupo forte, capaz de conquistar o título sulamericano e brigar pelo caneco mundial.




Sub-17 - A geração 93 e 94 é fabulosa. De cara, tem três meninas que foram ao Mundial da Nova Zelândia - Daniele, goleira do Guarani-Scorpions (com Thais e Beatriz, já citadas). No mais, Gaspar deixa uma boa perspectiva, com vários nomes avaliados pelo Brasil e outros que vem aparecendo ainda. Cabe a Edvaldo e sua comissão técnica lapidarem esse grupo, na grande esperança de que possam fazer história em 2010.


Sexta-feira, 7 de Novembro de 2008

Balanço

Gaspar fez grande trabalho, mas o talento é fundamental
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A seleção brasileira se despediu de forma digna do Mundial Sub-17. Fez uma boa partida diante das nigerianas, mais pela vontade e desejo de evoluir no torneio. O Brasil sofreu na competição por alguns motivos, mas destacaria dois como fundamentais: falta de talento e dificuldade para se organizar durante as partidas. Um, na verdade, está relacionado ao outro.


Com as perdas de Fabi e Bia, duas jogadoras referenciais, foi lançado mão de Juliana Cardozo, do Saad, e Juliana Ferreira, do Team Chicago. Nada, absolutamente, contra as garotas. Porém, a diferença para as titulares é gigantesca. Como atuam no coração da equipe, que é o meio campo, comprometeram sobremaneira o desempenho do time e expuseram a defesa, uma vez que a difuculdade na saída de bola foi a tônica.


Ou seja, suas atuações individuais prejudicaram a organização da equipe, acostumada com mais talento do meio para a frente, com gente que segurava a bola e criava dificuldade aos adversários, permitindo, inclusive, o adiantamente das linhas de defesa. Sem os talentos de Bia e Fabi, tudo ficou mais difícil e as escolhas de reposição não foram boas.


Marcos Gaspar fez grande trabalho e os frutos dele estarão nos próximos anos na seleção principal. Entretanto, talento e técnica sempre serão a prioridade no futebol. O resto a ciência dá conta.

Domingo, 2 de Novembro de 2008

Voltando...

Patinha contra a Coréia - volta importante para o Brasil


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Depois de mais de dois meses sem postar, em virtude de uma série de situações e mudanças na vida, creio que o momento é importante demais para não expressar minha opinião. Está rolando o Mundial Sub-17, super divulgado nesse blog, com uma série de posts, desde antes do Sul-Americano de Janeiro. Esclareço aos leitores que também comecei a realizar a atividade de olheiro e tive o prazer de indicar duas atletas catarinenses para essa seleção. A goleira Daniele (camisa 21), do Guarani, de Palhoça, e a zagueira Carine (camisa 13), do Kindermann, de Caçador.


O Mundial começou e tivemos duas derrotas. Creio que o trabalho de Marcos Gaspar é muito bom, sobretudo porque pegou uma seleção do zero e foi montando o grupo - numa verdadeira (e dura) peregrinação pelo Brasil, com pouco tempo de treinamento. Tive o prazer de poder ajudá-lo, um pouquinho que seja. Esse trabalho deixará uma série de boas jogadoras para os próximos anos. Beatriz, Rafaelle e Thaís só não vingarão se acontecer algo muito inesperado. Aline cresceu demais como goleira. Ao vingarem, méritos totais para Gaspar, que tem "só" a Marta no currículo de revelações. Ou seja, gabarito de sobra para ocupar o posto de selecionador sub-17.


A minha única crítica é conceitual e ele sabe disso. Talento é fundamental e sempre será. Futebol não é força e velocidade. Tudo que o treinamento desportivo tem de responsabilidade na evolução do futebol, pode ser aprimorado e trabalhado. Porém, há fundamentos que a jogadora já precisa dominar para ser convocada para uma seleção. Não acredito que algumas atletas não tenham rendido apenas pelo nervosismo ou ansiedade. Há uma perigosa inversão de valores, principalmente ao negligenciarmos a técnica, para valorizar qualidades físicas. Mesmo as seleções menos talentosas desse Mundial são organizadas e acertam a maioria dos passes.


Perdemos a Bia, pilar técnico do time. Tivemos uma certa falta de sorte. A preparação não foi a ideal, em virtude do pouco tempo e da falta de jogos internacionais duros. Marcos tem muito crédito. Porém, não vou me furtar de colocar o que penso publicamente. Tecnicamente e taticamente fomos muito abaixo dos adversários até agora. Esperamos que contra Nigéria haja uma evolução. Capacidade temos, dentro e fora de campo.




Quinta-feira, 21 de Agosto de 2008

Pequim 2008: EUA 1 X 0 Brasil

Marta lamentou: vida que segue
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Não fiz um post da grande vitória sobre a Alemanha por ficar na expectativa da final. Faço, agora, uma avaliação da final olímpica, que nos deu novamente a prata. Também irei fazer um avaliação de todo o processo histórico de afirmação do futebol feminino.


Não farei, contudo, qualquer caça às bruxas. A prata, para nossa realidade estrutural, ainda é maravilhosa. Os problemas apresentados pela seleção na final foram os problemas de todo o torneio. A seleção americana, enfraquecida individualmente, sempre irá apresentar um padrão tático rígido, e como disse a brilhante Helena Pacheco na transmissão da Rede Globo, tem a capacidade de se adaptar rapidamente ao estilo do adversário.


Apostamos sempre nos talentos individuais. Faltou aquilo que só podemos ter com trabalho qualificado e que necessita de maior tempo. Aquilo que no voleibol, por exemplo, sobra. Estudo do adversário, apego aos detalhes, conhecimento tático para além de esquemas arcaicos.


Claro, da forma como aconteceu, foi um duro golpe. O Brasil tem mais talento que os EUA. O Brasil, nos próximos anos, vai continuar a revelar muito mais talentos que os EUA. Vamos ver se evoluímos do ponto de vista organizacional, com mais gente qualificada trabalhando as meninas. Com mais sensibilidade para saber lidar com elas e tirar o melhor.


Evoluímos, sim, em resultados internacionais. Duas pratas olímpicas e um vice mundial. Os dois fantasmas foram espantados com duas goleadas. EUA e Alemanha não possuem mais a aura imbátível para nós.


Interessante que quatro jogadoras que estiveram em campo vão disputar o Mundial Sub-20: Bárbara, Fran, Érika e Fabiana. Aliás, como entrou bem Fabiana. Muita personalidade. Teremos esse Mundial Sub-20, no Chile, e o Sub-17, a Nova Zelândia, no final do segundo semestre, onde apresentaremos duas boas seleções.


A vida continua. O futebol feminino brasileiro ainda nos leverá a muitas emoções. Esperamos que com choro de felicidade.

Sexta-feira, 15 de Agosto de 2008

Pequim 2008: Brasil 2 X 1 Noruega

Festa contra a Noruega: Alemanha será dureza
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Houve mais uma leve evolução da seleção brasileira. Nada muito significativo. Barcellos surpreendeu ao deixar Rosana no banco e colocar Ester no meio, com Maycon voltando para a esquerda, onde jogou o Mundial da China. Daniela Alves, embora não venha bem no torneio, acertou um pombo sem asa do meio da rua e abriu o placar no final do primeiro tempo. Marta, aproveitando falha da zaga, ampliou. Bárbara, agora titular, fez a penalidade que gerou o gol de honra norueguês.


O adversário da semifinal será a Alemanha, que venceu a Suécia por 2 a 0 na prorrogação. Sem prognóstico ou favorito. Fisicamente, porém, o Brasil tem terminado mais inteiro que as alemãs e não jogou os 30 minutos adicionais.


Estados Unidos X Japão será a outra semifinal.

Terça-feira, 12 de Agosto de 2008

Pequim 2008: Brasil 3 X 1 Nigéria

G
Gols de Cris mereceram festa
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O mesmo enredo dos dois primeiros jogos. O Brasil depende de lampejos de suas craques. Marta não foi bem, mas o dia foi de Cristiane, que fez os três gols e assumiu a artilharia do torneio olímpico.
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A vitória garantiu o primeiro lugar do grupo. A Alemanha venceu a Coréia do Norte por 1 a 0. Agora, nas quartas-de-final, vem os EUA. O favoritismo é brasileiro.