Com a bola rolando, o Brasil abriu o placar aos 14 minutos. Marta cruzou e Rosana empurrou a bola para as redes.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Futebol Brasil perde para o México no Torneio Cidade de São Paulo de Futebol Feminino
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
As mais belas jogadoras da Copa do Mundo de futebol feminino
A Copa do Mundo de futebol feminino começa neste domingo, na Alemanha. São 16 seleções, com 336 jogadoras inscritas. A parte técnica será vista quando a bola rolar, mas desde já podemos saber quais são as que mais chamam a atenção no quesito beleza. O blog selecionou 11 atletas para formar o time das mais belas. Uma delas é brasileira. Confira a lista e dê sua opinião. Afinal, qual é a mais bonita?
Alex Morgan (Estados Unidos)
Amy Rodriguez (Estados Unidos)
Hope Solo (Estados Unidos)
Jonelle Filigno (Canadá)
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
A História do Futebol Feminino no Brasil
As histórias sobre o início do futebol feminino no Brasil são marcadas por inúmeras controvérsias e dúvidas. Pesquisadores indicam que o primeiro jogo aconteceu em 1921, em São Paulo, sendo disputado por jogadoras paulistas e catarinenses.
Matéria publicada em uma edição do Jornal do Brasil do dia 29 de novembro de 1976 sugeria que as primeiras partidas de futebol feminino nas praias do Rio de Janeiro ocorreram no Leblon, um ano antes. De acordo com o jornal, os jogos eram sempre disputados no período da noite, porque grande parte das jogadoras trabalhavam como empregadas domésticas. Infere-se, portanto, que as classes menos favorecidas economicamente são as responsáveis pelo início desse esporte no Brasil, ao contrário do futebol masculino, modalidade exclusiva das elites brasileiras, nos anos iniciais. Uma das edições da Revista Veja de 1996 afirma que os primeiros campeonatos de futebol feminino no país teriam sido organizados por diferentes boates gays, no final da década de 70. O certo mesmo em relação a estas histórias é que as atletas brasileiras sempre foram e sempre serão verdadeiras guerreiras, pois enfrentam o machismo e o preconceito desde a primeira vez em que calçaram uma chuteira e foram chutar uma bola de futebol. Fotos das jogadoras do Araguari Atlético Clube (MG) - Extraída do blog http://teresacriscunha.blogspot.com/ Machismo e preconceito Os papéis sociais determinados para homens e mulheres são distintos no mundo predominantemente patriarcal em que vivemos. Em cada época, procurava-se determinar quais os esportes seriam adequados para as mulheres. Determinadas expressões relacionadas aos aspectos corpóreos eram classificadas nas opções como “femininas” ou “não-femininas”. E o futebol, sem sombra de dúvidas, ficava no rol da segunda opção. Um dos grandes absurdos foi protagonizado no ano de 1964 pelo ex-presidente Castelo Branco, logo no início da ditadura militar no Brasil. A resolução 7/65 do Conselho Nacional de Desportos (CND) simplesmente proibiu a prática do futebol feminino no país. O decreto também vetou a participação das mulheres em competições de lutas, pólo aquático, rugby, baseball, entre outros. Foi somente em 1981, que o CND revogou a proibição impedindo as mulheres de jogarem futebol. Durante o período do Estado Novo, na década de 40, o então presidente Getúlio Vargas também instituiu um decreto lei que criminalizava a participação das mulheres no futebol. Nesta época, existiam no Rio de Janeiro times formados por mulheres do subúrbio com nomes sugestivos como Cassino Realengo e Eva Futebol Clube. Na década de 40, o futebol feminino era organizado em torneios e exibições de gala das mulheres do subúrbio carioca, causando uma enorme discussão entre médicos, jornalistas, populares, professores, intelectuais e o próprio presidenteGetúlio Vargas. Afinal de contas, diziam os mais conservadores, correr atrás de uma bola era negar o papel de mãe responsável pela geração de uma “nova raça”. Durante o Estado Novo, Getúlio Vargas e sua ‘Medicina Eugenista’ (preocupada com o “melhoramento da raça”) dominou o campo da Educação Física e com ela procurava definir quais tipos de movimentos, exercícios e cargas físicas as mulheres podiam vivenciar, objetivando ausências de lesões, especialmente nos órgãos de reprodução. Tomando como base essa “cientificidade”, Vargas estabelece a primeira Legislação Esportiva Nacional, que proibiu o futebol feminino no país. As competições de futebol feminino voltaram a ocorrer a partir dos anos 80. Em 1981, foi criada a primeira liga de futebol feminino do Rio de Janeiro. Também nasceu na cidade maravilhosa o Radar F.C., um dos grandes times brasileiro de futebol feminino, que conquistou inúmeros títulos nacionais e internacionais. Os deuses do futebol foram injustos novamente. Seleção brasileira fica com a medalha de prata em Pequim 2008, assim como aconteceu nas Olímpiadas de Atenas, em 2004. Nas duas ocasiões, as brasileiras perderam para os EUA no jogo decisivo Na década de 80, diversas empresas começam a se interessar comercialmente pelo futebol feminino. Jogos são transmitidos pela televisão, fato que contribui enormemente para iniciar a popularização do esporte pelo Brasil. O primeiro time Fundado no dia 16 de novembro de 1944, o Araguari Atlético Clube, sediado nas Minas Gerais, iniciou as atividades com o futebol feminino em 19 de dezembro de 1958. É considerado o primeiro time oficial do Brasil formado somente por mulheres, de acordo com reportagem de janeiro de 2009 do programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, e também de matérias da Rede Record. Todos esses produtos jornalísticos foram feitos com a ajuda dos materiais fornecidos pela pesquisadora mineiraTeresa Cristina Cunha, que estuda as origens do futebol feminino no país. A história das mulheres do Araguari começa quando a direção do Grupo Escolar Visconde de Ouro Preto propõe ao diretor do clube mineiro a realização de uma partida beneficente contra os atletas do maior rival, o Fluminense Futebol Clube, com o intuito de arrecadar dinheiro para o colégio. Um dos diretores do Araguari, Ney Montes, sugeriu então que fosse realizada uma partida de futebol entre as mulheres da cidade, ao invés do clássico com os times dos homens, que não estavam com muita moral com o público local. O sucesso foi total. Milhares de garotas queriam fazer parte do time. O jogo ocorreu com casa cheia no Estádio Vasconcelos Montes, que hoje funciona como um estacionamento de supermercado. O Araguari venceu o Fluminense por 2 x 1. Como sempre, a alegria das jogadoras de futebol foi interrompida por mais um ato de preconceito dos “mandatários” do esporte no país. Clique aqui e aqui e assista reportagens com as pioneiras do futebol feminino em Araguari e no Brasil Clique aqui e leia uma reportagem publicada pela Revista O Cruzeiro, em 1959, repercutindo o futebol feminino. Vergonha! Clique aqui e leia a carta que um cidadão enviou ao então presidente Getúlio Vargas implorando para que as mulheres fossem impedidas de jogar futebol no Brasil. No final de 1959, a Confederação Brasileira de Desportos (CBD) proibiu a prática do futebol entre as mulheres, por considerar a modalidade por demais violenta. A medida interrompeu uma sequência de 11 meses nos quais as atletas do Araguari vinham treinando com intensidade e realizando diversas partidas. Alguns dos principais pioneiros no incentivo ao futebol feminino em Araguari são Ney Montes, Isolina França Torres e Mário Nunes. A cidade de Araguari se situa a 585 km de Belo Horizonte e possui cerca de 111 mil habitantes. É o terceiro maior município do Triãngulo Mineiro. Um dos pioneiros Um dos clubes de futebol feminino mais antigo do Brasil é o Saad Esporte Clube. O time foi fundado no dia 28 de abril de 1961 pelo empresário Felício José Saad, na cidade de São Caetano do Sul. A história de pioneirismo do Saad começa após a decisão da diretoria do Guarani FC (SP) em encerrar as atividades da sua equipe. Romeu Castro e Mara Villas Boas, ex-dirigentes do Bugre de Campinas, procuraram o Saad e pediram para que Felício apoiasse o time de futebol feminino. O empresário atendeu ao pedido dos dirigentes e permitiu a abertura de uma sub-sede na cidade de Campinas. O Saad conquistou dezenas de títulos em competições, em diversas categorias, como o Troféu Brasil (1989), o hexacampeonato da Copa São Paulo (1990 a 1995) e o Campeonato Brasileiro de 1996. Foi a principal equipe brasileira na década de 90. O clube iniciou também os trabalhos com as categorias menores do futebol feminino. Em 1993, a equipe de São Caetano do Sul dava mostras de que caminhava a passos largos para a profissionalização do futebol feminino ao oferecer um piso salarial mínimo de 100 dólares mensais às atletas. Neste período, o clube teve de enfrentar o preconceito da Federação Paulista de Futebol, que não permitia a inscrição de atletas ou equipes de futebol feminino na entidade, impedindo o Saad de participar de qualquer competição oficial no país ou exterior. A solução encontrada pelos dirigentes do Saad para manter vivo o sonho das atletas do futebol feminino foi recorrer àFederação de Futebol do Mato Grosso do Sul, que na época era presidida por Ari Rodrigues. Com o apoio da federação sul mato-grossense, foi criado um departamento autônomo com sede na capital do Estado, Campo Grande. Desta forma, o Saad e as suas atletas puderam se registrar junto à Confederação Brasileira de Futebol. Vários títulos conquistados pelo time foram divididos com o Estado do Mato Grosso do Sul. Em 1997, a Federação Paulista derrubou os seus próprios fantasmas e criou a I Paulistana, em parceria com a empresaSport Promotion. Outro fato que demonstra o pioneirismo do Saad ocorreu em 1998, quando a equipe resolve investir na popularidade que o futebol feminino começa a obter nos Estados Unidos e firma um convênio com a National American University, abrindo oportunidades imensas para o intercâmbio de atletas e demais profissionais do esporte. Jogos Olímpicos Em 1996, o Comitê Olímpico Internacional (COI) incluiu o futebol feminino nos Jogos de Atlanta. A seleção dos Estados Unidos ganhou a medalha de ouro. O Brasil terminou em quarto lugar, mesma colocação que obteve na Olimpíada de Sydney, em 2000. Em Atlanta, atletas baianas como Sisi, Roseli, Elaine e Formiga fizeram parte do grupo da seleção. Nas Olimpíadas de Atenas, em 2004, o Brasil conquistou a medalha de prata, perdendo a final para os EUA. As alemãs ficaram com o bronze. Quatro anos depois, nos Jogos da China, as jogadoras brasileiras também fizeram brilhante campanha, mas novamente não conseguiram superar as americanas no jogo final e terminaram com a medalha de prata. O mundo reconhece o talento das atletas brasileiras. A atacante Marta coleciona três títulos consecutivos da Fifa de melhor jogadora do mundo. Ganhou o título de Rainha Marta. Sem apoio e sem reconhecimento profissional no Brasil, Marta foi disputar a Women's Professional Soccer (WPS), a liga de futebol feminino dos EUA. Lá, logo recebeu diversas homenagens, como a criação de uma boneca com o seu nome, além da denominação ‘Marta's Maniacs’ (Maníacos pela Marta) para uma ala de um estádio da Califórnia. Pan Americano Em 2007, no Pan Americano disputado no Rio de Janeiro, a seleção do Brasil conquistou a medalha de ouro, com um show de Marta, após golear os EUA por 5 x 0 no jogo final, com o Estádio do Maracanã lotado, com mais de 60 mil pessoas. As jogadoras brasileiras conquistaram o torneio invictas, com seis vitórias em seis jogos disputados, sem sofrer nenhum gol. Também em 2007, as canarinhas ficaram com o vice da Copa do Mundo, disputada na China. A final foi contra a Alemanha. As campeãs também aplicaram uma goleada de 11 x 0 contra a Argentina, uma das maiores na história da Copa do Mundo feminina. Liga Feminina Em 2007, pressionado pelo presidente da FIFA, Joseph Blatter, que exigiu a criação de uma Liga de Futebol Feminino no Brasil, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, organizou o primeiro torneio oficial para as mulheres, a Copa do Brasil de Futebol Feminino, vencida pelo time do Saad Esporte Clube, de São Caetano do Sul, no estado de São Paulo. No dia 1º de novembro de 2008 teve início a segunda edição da Copa do Brasil, com a participação de 32 equipes. Como a divulgação do regulamento e da tabela somente foi feita a 15 dias do início do torneio, diversas equipes não puderam se inscrever, principalmente porque tiveram pouco tempo para conseguir os quase R$ 10 mil necessários para entrar na disputa. As duas edições da Copa não tiveram apoio nem da mídia nem de patrocinadores. As equipes do São Francisco do Conde, Fluminense de Feira e Clube 2004, respectivamente o campeão, o vice e o terceiro colocado do Baianão 2007, abriram mão da única vaga da Bahia na Copa do Brasil, por falta de recursos. O representante do Estado no torneio foi a Associação Desportiva Lusaca, do município de Dias D´ávila, que foi quarta colocada no Campeonato Baiano de Futebol Feminino 2007. Na Copa do Brasil de Futebol Feminino 2008, as jogadoras dos três melhores times foram premiadas com inscrições para o Bolsa-Atleta em 2009, programa do governo federal que paga salários entre R$ 300 e R$ 2,5 mil para atletas de destaque em modalidades esportivas. Como o futebol feminino ainda é um esporte amador, a maioria das atletas brasileiras não recebe salários. Alguns clubes fornecem ajudas de custo como transporte, serviços médicos ou bolsa auxílio de cerca de R$ 500, na melhor das hipóteses. A atacante Marta é a melhor jogadora do mundo, de acordo com duas eleições feitas pela Fifa. Clique aqui e assista grandes jogadas da Rainha Marta No mês de outubro de 2009, as garotas do Santos Futebol Clube conquistaram a primeira Copa Libertadores da América de Futebol Feminino, que teve jogos transmitidos ao vivo pela Rede Bandeirantes de Televisão. Entre os meses de outubro e dezembro de 2009, foi disputada mais uma edição da Copa do Brasil de Futebol Feminino, com 32 equipes e as presenças de Marta e Cristiane, duas craques da Seleção Brasileira, que jogaram pelo Santos. Como ocorreu nas outras edições, a CBF eximiu-se de promover a competição, que passa despercebida pela maioria dos torcedores. A imprensa se limita a informar sobre os jogos decisivos ou os resultados dos representantes locais, no caso da mídia regional. De acordo com os dados da CBF relativos ao ano de 2007, cerca de seis mil mulheres praticam oficialmente o futebol feminino no Brasil. Sem sombra de dúvidas, este número é muito maior. O futebol feminino é um esporte amador, ainda. Portanto, é muito grande a quantidade de mulheres que praticam o esporte, mas não são registradas em nenhuma federação esportiva estadual e na própria CBF. |
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Bobby Charlton diz que futebol feminino já foi ridículo mas progrediu rápido
Londres, 1 ago (EFE).- O ex-jogador Bobby Charlton, considerado uma lenda no Reino Unido, destacou nesta quarta-feira os progressos do futebol feminino, que segundo sua opinião já 'foi ridículo', mas que evoluiu consideravelmente.
Charlton chegou a dizer que ao ver as partidas da competição feminina de futebol nos Jogos Olímpicos por vezes esquece que são mulheres que estão jogando.
'Às vezes tenho que lembrar para mim mesmo que não estou vendo uma partida de homens. O jogo delas está mais organizado', comentou o ex-jogador do Manchester United.
Sir Bobby Charlton reconheceu que no passado era 'muito cético' com o futebol feminino. 'Foi um erro. Não devia ter desvalorizado as mulheres. O futebol feminino foi ridículo, mas não é mais. Progrediram muito rápido, estou muito impressionado', disse.
'Talvez elas não possam competir fisicamente, mas possuem as mesmas habilidades dos homens', acrescentou Bobby Charlton, que ressaltou as virtudes da equipe britânica.
'Foi uma surpresa fantástica vê-las competir em alto nível contra o Brasil e conseguir vencer. Nunca pensei que veria o dia em que 70 mil pessoas assistiriam a uma partida feminina em Wembley', comentou. EFE
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Copa do Brasil de Futebol Feminino: final
São José/SP vence o primeiro jogo da final contra o Centro Olímpico/SP por 1 a 0, no Martins Pereira
São José/SP é um dos semifinalistas da Copa do Brasil de Futebol Feminino 2012 - Foto: Divulgação/ São José
A Copa do Brasil de Futebol Feminino 2012 está chegando ao fim. O campeão brasileiro de futebol feminino está prestes a ser conhecido. Neste domingo, dia 3 de junho, São José/SP venceu o primeiro jogo da final contra o Centro Olímpico/SP por 1 a 0, no Martins Pereira, em São José dos Campos.
O único gol da partida saiu dos pés da zagueira Karen que, em um chute de fora da área, acertou o ângulo, sem chances para a goleira Vivi defender. Karen representou a Seleção Feminina nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em 2012, quando o Brasil ficou com a medalha de prata.
O São José entrou em campo com Kaká, Poliana, Bagé, Karen, Gislaine e Dani; Francielli, Micheli e Priscilinha; Giovânia e Micheli Carioca. O time do Centro Olímpico era Vivi, Natalia, Andreia Rosa, Aline Calandrini, Kelly e Maurine; Estergiane e Luana; Érika, Karen e Debinha.
A partida de volta será no próximo domingo, dia 10, no Pacaembu, às 11 horas.
Para chegar à final, o Centro Olímpico eliminou o campeão brasileiro de 2010, o Cepe Caxias/RJ, na primeira fase, por 4 a 0, fora de casa. Nas oitavas-de-final, venceu o tradicional Atlético Mineiro nos dois jogos. No primeiro, na Vila Olímpica, por 2 a 1, e depois, no Pacaembu, por 5 a 0. Na etapa seguinte, o time paulista pegou o Vasco. Em São Januário, o resultado foi 0 a 0. E, em São Paulo, 3 a 1 para as donas da casa. E, na semifinal, eliminou o vice-campeão brasileiro de 2011, o Vitória/PE, por 1 a 0 no Pacaembu e 1 a 1 no Carneirão.
Já o São José, na primeira fase, venceu o Comercial/ES por 4 a 0, fora de casa. Nas oitavas-de-final, o time paulista enfrentou o Kindermann/SC. O primeiro jogo terminou em empate 1 a 1, em Caçador. Na partida de volta, o resultado foi 1 a 0 para as donas da casa. Na etapa seguinte, o São José pegou o atual campeão brasileiro, o Foz Cataratas/PR. Em Foz do Iguaçu, o jogo foi 1 a 0 para as poderosas do Foz. E, em São José dos Campos, as Águias venceram por 2 a 0. Na semifinal, a equipe paulista disputou a vaga para a final com o São Francisco/BA. A partida de ida foi 4 a 1 e a volta, 3 a 2.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
LEMBRANÇAS - Bola de Ouro: confira quem arrasou e quem mandou mal nos trajes
Após a entrega do prêmio Bola de Ouro 2011, o Futebol para Meninas resolveu avaliar o visual da galera que marcou presença no evento. Apesar de destacar o traje da japonesa Homare Sawa, que levou o prêmio de melhor jogadora do mundo pela primeira vez aos 32 anos, outras estrelas mandaram mal no traje. Pelo menos, na nossa opinião. Então, confira o que achamos do ‘visu’ de alguns craques!
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Como já foi mencionado, Sawa estava impecável. Além da ótima escolha – o vestido tinha todo um ar de menininha -, o kimono da japonesa, traje típico entre as mulheres de seu país, foi um arraso por mostrar o quanto a meia da seleção japonesa estava orgulhosa em poder representar sua terra. Ponto pra ela!
Bom, sobre o terninho de veludo de Messi, nem preciso comentar, né? Além, de ser vinho: pra quê, hermano? Levou a Bola de Ouro, justamente óbvio, mas na hora de escolher roupa, o argentina não parece ser nenhum craque. Mas aí também é querer demais, né? Joga muito e ainda se veste bem? Difícil.
Para mim, aliás, Shakira também mandou mal na hora de escolher seu traje de gala. Achei forçado para o evento. Muita pedraria, muito luxo e ainda um vermelhão! Pecou pelo excesso, no meu ponto de vista. Poderia ter ido mais simples e ainda assim ficaria linda, por que de fato é.
Achei o ‘make’ da Marta lindo. Soube ser fina sem forçar a barra. Ponto para ela, que ficou como segunda melhor do mundo, mas a escolha do traje, no conjunto, alcançou o primeiro lugar do pódio. Além disso, pretinho sempre arrasa. Palmas!
Já Gerard Piqué, assim como seu técnico Pep Guardiola, estavam impecáveis. Muy guapos!
Lógico que isso tudo é opinião, né, gente. Então, deixem a de vocês aí também, ok? Queremos saber o que acharam.
Leia mais:Cristiano Ronaldo, Marta, Messi, Pep Guardiola, Piqué, Sawa, Shakira
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Marta fala sobre fim das Sereias e ressalta que falta apoio do governo
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
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“Isso que aconteceu com a equipe feminina do Santos me entristece, afinal não é nada bom para a modalidade. As meninas tinham uma vida por lá, mas espero que essa situação possa mudar, disse.
Indagada sobre o que era preciso para que as meninas brasilerias tivessem mais reconhecimento, Marta disse que falta apoio do governo e das mídias, já que sem “imprensa não há patrocínio”. A atacante frisou também que as jogadoras têm cobrado retorno, mas a modalidade não ganha destaque. “O que tá ao nosso alcance a gente faz”, completou.
A camisa 10 da Seleção Brasileira feminina de futebol afirmou ainda que não joga por nenhum time brasileiro nesta temporada e disse que é um privilégio estar entre as três melhores do mundo pela sexta vez consecutiva. A brasileira é a dona do título das cinco premiações anteriores.
Marta ganha placa e jogadoras reconhecem campo do Pacaembu
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Nesta terça-feira, 6 de dezembro, as seleções de Brasil, Dinamarca, Chile e Itália foram ao Pacaembu fazer o reconhecimento do gramado para a disputa do III Torneio Internacional da Cidade de São Paulo. Após o compromisso, a brasileira Marta recebeu uma placa em homenagem ao quinto título da Bola de Ouro da Fifa, conquistado no início deste ano, e pelos serviços prestados na divulgação do Brasil no exterior.
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A homenagem foi uma iniciatica da Prefeitura de São Paulo e da Federação Paulista de Futebol e foi entregue pelo secretário municipal de Esportes, Lazer e Recreação, Bebbeto Haddad, durante a coletiva de lançamento da competição. Após a cerimônia, as atletas presentes visitaram o Museu do Futebol, que fica no estádio.
As brasileiras estreiam no campeonato na próxima quinta-feira, 8, às 21h15, contra as italianas. Antes, às 18h45, Dinamarca e Chile se enfrentam no jogo de estreia.
Leia mais:III Torneio Internacional da Cidade de São Paulo, Marta
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Brasileira Marta toca violão quando está com saudade de casa
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
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“Quando estou com saudades do Brasil gosto de tocar violão. Adoro forró, sertanejo, brega e pagode”, contou à publicação.
Será que é ela que comanda o pagode quando as meninas da Seleção vencem?
Marta não está muito confiante para prêmio de Melhor do Mundo
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
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“Tiveram muitas jogadoras boas”, disse Marta, ao site da Fifa. “Acho que a Sawa tem uma grande chance por ter sido decisiva na Copa do Mundo, na qual ela foi a artilheira e a melhor jogadora”, completou a brasileira, lembrando que a japonesa foi uma das responsáveis pelo título inédito do Japão.
Apesar de enxergar Sawa bem no páreo, para a atual melhor do mundo, as americanas, que ficaram em segundo lugar na competição mundial, também são fortes candidatas. No entanto, mesmo sabendo que será uma dura batalha, ela gostaria de bater mais um recorde e somas seis troféus consecutivos do mesmo prêmio
“As garotas dos Estados Unidos também estão forte e o país é uma potência. Não sei qual será o principal fator para a votação, mas eu adoraria ganhar novamente”, declarou.
A cerimônia de entrega da Bola de Ouro está marcada para o dia 9 de dezembro, em Zurique, na Suiça. O corpo de jurados é composto por por capitãs e técnicos de seleções, além de jornalistas.
Confira a lista das indicadas:
Marta – Brasil
Kerstin Garefrekes – Alemanha
Lotta Schelin – Suécia
Sonia Bompastor – França
Louisa Necib – França
Homare Sawa – Japão
Aya Miyama – Japão
Alex Morgan – Estados Unidos
Hope Solo – Estados Unidos
Abby Wambach – Estados Unidos.
Marta pode sagrar-se melhor do mundo pela sexta vez consecutiva
terça-feira, 25 de outubro de 2011
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Em janeiro deste ano, a Rainha foi consagrada a melhor do mundo pela quinta vez consecutiva e se ganhar o prêmio deste ano pode bater seu próprio recorde. Na ocasião, ela bateu Birgit Prinz e Fatmire Bajramaj. Então, mesmo com uma grande disputa pela frente, devemos ter esperança de que Marta pode levar mais essa para casa.
A lista dos homens concorrentes será divulgada somente no dia 1º de novembro e a seleção dos três mais votados, assim como das três jogadoras mais votadas, sai no dia 5 de dezembro. O anúncio será feito em uma cerimônia em Paris.
Confira a lista de jogadoras indicadas ao prêmio de melhor jogadora de 2011:
Abby Wambach (EUA)
Alex Morgan (EUA)
Aya Miyama (Japão)
Homare Sawa (Japão)
Hope Solo (EUA)
Kerstin Garefrekes (Alemanha)
Lotta Schelin (Suécia)
Louisa Nécib (França)
Marta (Brasil)
Sonia Bompastor (França)
Abby Wambach (EUA)
Alex Morgan (EUA)
Aya Miyama (Japão)
Homare Sawa (Japão)
Hope Solo (EUA)
Kerstin Garefrekes (Alemanha)
Lotta Schelin (Suécia)
Louisa Nécib (França)
Marta (Brasil)
Sonia Bompastor (França)
Leia mais:Abby Wambach, Hope Solo, Marta, Melhor do mundo
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Kleiton Lima explica ausências na Seleção Brasileira
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
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“Infelizmente, não vai ser possível contar com a nossa força máxima, como foi nos dois últimos Pan-americanos, quando o Brasil ficou com a medalha de ouro. Com relação ao time que esteve na Copa do Mundo da Alemanha, nove atletas não puderam ser chamadas por conta deste problema”, comenta Lima. “Confio nos novos talentos que o nosso futebol está produzindo. Elas terão a chance de mostrar o seu futebol e tentar se firmar no grupo”, completou.
Além disso, o Santos não teria liberado suas meninas, já que disputa dois campeonatos no momento. A exceção é Maurine, que estava atuando na Liga Profissional Norte-americana (WPS) e retornou ao time santista na semana passada.
As brasileiras se apresentam na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), na segunda-feira, 26 de setembro, para o período de treinamento. No dia 11 de outubro, elas embarcam para Guadalajara, no México, local da competição. A estreia será contra a Argentina, dia 18, às 15h.
Como embaixadora da ONU, Marta vira técnica por um dia
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
A jogadora Marta teve um dia diferente no último domingo, 4 de setembro. Ao invés de atuar dentro de campo, a melhor do mundo ficou na beira do gramado comandando o time do Diamond Queens em uma partida de futebol feminino contra o Sierra Queens, em Serra Leoa.
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Marta vai até Serra Leoa para lutar pelos direitos da mulher
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
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“Todos temos que contribuir para ajudar a combater a pobreza. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento trabalha para fazer mudanças positivas na vida das pessoas, e estou orgulhosa por estar comprometida com este trabalho”, afirmou a craque.
Para Mia Seppo, diretora da ONU no país africano, a participação das mulheres é fundamental e, exatamente por isso, a melhor do mundo irá se reunir com advogados que lutam para que o parlamento do país aprove leis que obriguem uma cota para mulheres nos cargos políticos.
“A plena participação das mulheres na liderança e nas tomadas de decisões é fundamental para a consolidação da paz e segurança, bem como para o desenvolvimento geral de Serra Leoa”, explicou Seppo.
A Rainha foi escolhida como embaixadora da ONU em outubro do último ano. Além dela, outros grandes nomes do mundo da bola, como Ronaldo e Casillas, tem o mesmo dever.
Marta ajuda New York Flash na conquista de título da Liga
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
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A Rainha Marta conquistou também o prêmio de Chuteira de Ouro da competição por ter sido a artilheira com 10 gols marcados. Boa garota!
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Meninas do Brasil caem no grupo da anfritriã
Time de Jorge Barcellos faz sua primeira partida no dia 25 de julho
Da Redação esportes@band.com.br
A seleção brasileira feminina de futebol, comandada por Marta, conheceu nesta terça-feira os seus primeiros adversários na primeira fase da Olimpíada de Londres. Em sorteio, o Brasil caiu no Grupo E ao lado da Grã-Bretanha, Nova Zelândia e Camarões.
A estreia verde e amarela será no dia 25 de julho, em Cardiff, contra a seleção de Camarões. Depois, volta a jogar na cidade galesa no dia 28, contra a Nova Zelândia. O time do técnico Jorge Barcellos encerra a sua participação na fase de grupos em 31 de julho, no Estádio de Wembley, em Londres, contra a Grã-Bretanha.
Os dois primeiros colocados de cada um dos três grupos e dois melhores terceiros lugares se classificam para as quartas de final do torneio olímpico de futebol feminino.
Caso avance na liderança, o Brasil vai enfrentar no primeiro mata-mata um dos melhores terceiros colocados. Se a equipe se classificar na segunda posição, duelará com o segundo colocado do Grupo F, que conta com Japão, Canadá, Suécia e África do Sul. A medalha de ouro será disputada no dia 9 de agosto, no Estádio de Wembley.
O torneio olímpico de futebol feminino é disputado desde os Jogos de Atlanta. Após ficar em quarto lugar nas edições de 1996 e 2000, o Brasil foi vice-campeão em 2004 e 2008. Nas duas finais, a equipe foi derrotada pelos Estados Unidos, que estão no Grupo G, ao lado de França, Colômbia e Coreia do Norte.
Confira os grupos do torneio olímpico de futebol feminino:
Grupo E
Grã-Bretanha
Nova Zelândia
Camarões
Brasil
Grupo F
Grupo F
Japão
Canadá
Suécia
África do Sul
Grupo G
Grupo G
Estados Unidos
França
Colômbia
Coreia do Norte
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